Começou o julgamento da ação que pede a retirada do cartaz de André Ventura dirigido à comunidade cigana. Candidato presidencial do Chega foi impedido pela juíza de assisitir ao depoimento dos queixosos
O julgamento que vai decidir se os cartazes do Chega dirigidos à comunidade cigana podem continuar nas ruas começou de forma inusitada. A sala de audiências da 11ª secção do Tribunal Cível de Lisboa estava repleta de dirigentes do partido e apoiantes de André Ventura. O líder do partido de direita radical estava sentado ao lado do advogado que o representa, mas quando informou o tribunal de que pretendia prestar declarações, a juíza Ana Barão explicou-lhe que teria de abandonar a sala porque não podia ouvir os depoimentos dos autores da ação.