
Corpo da filha da falecida atriz foi encontado neste sábado, 31 de janeiro, e já houve uma detenção feita no âmbito desta investigação da Polícia Judiciária
Ao fim de 12 dias, ficou resolvido pela Polícia Judiciária o mistério sobre o desaparecimento de Maria Custódia Amaral, filha da falecida atriz Delfina Cruz. A agente imobiliária foi assassinada e já há um homem detido por suspeitas de ter levado a cabo este crime, como foi revelado neste sábado, 31 de janeiro.
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A CMTV avançou novos detalhes neste domingo, 1 de fevereiro. O cadáver de Maria Amaral foi encontrado na areia junto à lagoa de Óbidos, tendo sido removido pelos Bombeiros Voluntários da localidade.
De seguida, foi avançado, pela mesma estação, que o suspeito é um homem que a mulher de 54 anos conhecia há vários anos, desconhecendo-se ainda a motivação deste crime. O homicídio terá acontecido na casa deste homem, onde há muitos vestígios de sangue que o suspeito não terá conseguido apagar.
O alegado responsável terá depois transportado o carro de Maria junto até aos bombeiros de Peniche, estacionando-o e indo de autocarro até casa. As câmaras de videovigilância terão sido uma peça-chave neste desfecho, já que foi aí, de acordo com a CMTV, que a Polícia Judiciária descortinou quem ia no carro.
Segundo o mesmo relato, o homem confessou o homicídio, reconhecendo ter sido ele o autor, mas não descrevendo a sucessão de acontecimentos, dizendo, todavia, onde se encontrava o corpo, recuperado neste sábado. Irá ser ainda feita a autópsia que ajudará a determinar a causa da morte.
Já o suspeito será presente nesta segunda-feira pela autoridade judiciária competente para a determinação das medidas de coação.

