Mesmo em meio à incerteza e com poucos sinais claros sobre o que pode acontecer com a Venezuela, há três nomes fortes do chavismo que, após a detenção de Nicolás Maduro, podem ficar à frente do país.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou neste sábado que o presidente da Venezuela e sua esposa, Cilia Flores, foram detidos e retirados do país após um ataque “em grande escala”.
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A vice-presidente da Venezuela, Delcy Rodríguez, exigiu do governo dos Estados Unidos “uma prova de vida do presidente Maduro e da primeira-dama”.
Por sua vez, o governo da Venezuela denunciou neste sábado a “gravíssima agressão militar” dos Estados Unidos, depois que foram registradas explosões e o sobrevoo de aeronaves em Caracas e em outras partes do país.
Ao lado da vice-presidente Rodríguez, o ministro da Defesa, general Vladimir Padrino López, e o ministro do Interior, Diosdado Cabello, são considerados as vozes mais autorizadas dentro do chavismo.
Apesar de diferenças de abordagem e de políticas, os três fizeram parte até agora do círculo mais próximo do mandatário.
Há mais de uma década, além disso, ocupam cargos-chave no governo não como simples representantes, mas como figuras com peso próprio no processo de tomada de decisões.
São também os nomes que agora aparecem com mais força para assumir o poder na Venezuela, caso os Estados Unidos se deem por satisfeitos com a detenção de Maduro e não pressionem ainda mais por uma mudança total de regime.