
A eleição presidencial de 8 de fevereiro de 2026, que ditou a vitória de António José Seguro, está a ter um eco inesperado no mundo da televisão. Catarina Furtado, um dos rostos mais emblemáticos da RTP, tornou-se alvo de uma queixa formal junto da Comissão Nacional de Eleições (CNE), após uma publicação nas suas redes sociais no dia do sufrágio.
A Denúncia e a Lei Eleitoral
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A queixa foi apresentada por Pedro Frazão, vice-presidente do Chega, que acusou a apresentadora de violar a neutralidade exigida no dia das eleições. Em causa está uma publicação que, segundo o queixoso, configurava um apelo direto ao voto num dos candidatos e uma crítica ao outro — num escrutínio que foi disputado na segunda volta entre o socialista António José Seguro e André Ventura.
A Posição da CNE: A Comissão confirmou a receção da denúncia e explicou que, se a mensagem for interpretada como propaganda ou apelo ao voto, pode constituir uma infração à lei que proíbe qualquer campanha no dia da eleição e na véspera.
As Consequências Legais: A lei eleitoral portuguesa é rigorosa nestes casos. A infração é punível com pena de prisão até seis meses e uma coima (multa) que, embora de valores nominais baixos na lei antiga (entre 2,49€ e 24,94€), acarreta o peso de um registo criminal.
A Reação: Catarina Furtado acabou por apagar a publicação pouco depois, mas o rasto digital e a queixa já tinham sido formalizados, estando agora o processo em fase de análise pelas instâncias competentes.
António José Seguro: O Novo Presidente
Alheio a esta polémica, António José Seguro prepara-se para suceder a Marcelo Rebelo de Sousa em Belém a 9 de março de 2026. O candidato do PS venceu com uma margem expressiva (cerca de 67% contra 33% de André Ventura), tornando-se o Presidente mais votado da história da democracia portuguesa, superando o recorde de Mário Soares de 1991.

